O pecado está realmente atrelado a condutas que fogem ao tradicionalismo da família cristã idealizada como dita perfeita? Ou seria uma questão de escolha que diz respeito muito mais ao espírito do que a matéria física? Acredito que o pecado não está relacionado a opção de escolha que unem pessoas atreladas pelos laços do sentimento e amor, mas pela promiscuidade que é caracterizada pela constante troca de parceiros e a liberdade sexual com pessoas diversas, onde estão todos sujeitos ao risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, e pecado é uma palavra mal interpretada a meu ver que gera uma condenação sem redenção o que eu acredito que está mal interpretada como muitas coisas escritas nas antigas escrituras. Entendo que a promiscuidade que leva ao culto da carne e ao entrelaçamento cada vez mais profundo do apego a materialidade física é o que nos condena ao sofrimento e nos afasta do verdadeiro caminho da libertação das amarras da Roda de Samsara, ou seja, existe um ciclo de aprendizado da consciência que devemos percorrer para alcançarmos a verdadeira paz de espírito que está totalmente liberta do apego ao material, porque somos muito mais de fora do que de dentro, é difícil entendermos nesse momento como a engenharia sideral dá origem às novas consciências, mas podemos admitir que somos muito mais de fora do que de dentro, pois se admitimos que existe corpo deve existir alma que primariamente foi relacionada para tal corpo certo?
Dito isso é de grande conhecimento por boa parte dos espiritualistas que há um jogo de interesse por parte das sombras que se alimentam desse planeta, querer que nele as pessoas que habitam sejam cada vez mais promíscuas e materialistas, só nos resta fazer nossa parte e viver nossa vida buscando um caminho de equilíbrio independente do interesse por opções e caminhar na senda do sublime peregrino, que nos ensina como grande mestre humilde e respeitador que entende nossas dificuldades e fraquezas e torce pela nossa vitória e evolução em direção a consciência cósmica.
